http://eras.mundis.pt/index.php/eras/issue/feed Revista Europeia de Estudos Artisticos 2019-09-08T20:34:25+00:00 Levi Leonido Fernandes da Silva direcao@mundis.pt Open Journal Systems <p><img src="/public/site/images/ojsadmin/eras_rev.png"></p> <p>A ERAS (European Review of Artistic Studies) / REEA assume como principal objetivo a promoção efetiva do cruzamento do saber e da investigação com particular enfoque entre três grandes áreas do saber:&nbsp; CULTURAS E PRODUÇÃO CULTURAL (<em>Ciências da Cultura</em>; <em>Estudos Literários</em>; <em>História da Arte</em>; <em>Estudos Comparados</em>); ESTUDOS ARTÍSTICOS (<em>Teatro e Artes Performativas</em>; <em>Música e Musicologia</em>; <em>Artes Visuais</em>; <em>Design</em>; <em>Artes Multimédia</em>); ESTUDOS INTERDISCIPLINARES (<em>Cruzamento de diferentes áreas artísticas ou culturais</em>; <em>Todas as áreas de matriz profissionalizante no âmbito das artes</em>).</p> <div id="s3gt_translate_tooltip_mini" class="s3gt_translate_tooltip_mini_box" style="background: initial !important; border: initial !important; border-radius: initial !important; border-spacing: initial !important; border-collapse: initial !important; direction: ltr !important; flex-direction: initial !important; font-weight: initial !important; height: initial !important; letter-spacing: initial !important; min-width: initial !important; max-width: initial !important; min-height: initial !important; max-height: initial !important; margin: auto !important; outline: initial !important; padding: initial !important; position: absolute; table-layout: initial !important; text-align: initial !important; text-shadow: initial !important; width: initial !important; word-break: initial !important; word-spacing: initial !important; overflow-wrap: initial !important; box-sizing: initial !important; display: initial !important; color: inherit !important; font-size: 13px !important; font-family: X-LocaleSpecific, sans-serif, Tahoma, Helvetica !important; line-height: 13px !important; vertical-align: top !important; white-space: inherit !important; left: 10px; top: 415px;"> <div id="s3gt_translate_tooltip_mini_sound" class="s3gt_translate_tooltip_mini" title="Play">&nbsp;</div> <div id="s3gt_translate_tooltip_mini_copy" class="s3gt_translate_tooltip_mini" title="Copy text to Clipboard">&nbsp;</div> </div> http://eras.mundis.pt/index.php/eras/article/view/201 A CIÊNCIA NA ARTE MUSICAL DO SÉC. XX: DUAS CORRENTES CONTÍGUAS 2019-09-08T20:34:19+00:00 Sandra Cristina Santos c012_002@mundis.pt José Luís Fangueiro Postiga luispostiga@ua.pt <p>Observando o desenvolvimento de múltiplas correntes estéticas no pós-segunda grande guerra, procura-se nas raízes das ciências denominadas de exatas, os conceitos abstratos que definem novas correntes estéticas da arte musical. Para isso, procuram-se as relações entre a matemática e geometria com a música desenvolvida por Karlheinz Stockhausen, particularmente em Gruppen (1955-57) para três orquestras, assim entre leis da física e sua exportação para os conceitos arquitetónicos e musicais de Iannis Xenakis, focando Metastaseis (1953-54) para 61 músicos.</p> 2019-06-30T00:00:00+00:00 ##submission.copyrightStatement## http://eras.mundis.pt/index.php/eras/article/view/200 UMA FUGA A VÁRIAS VOZES 2019-09-08T20:34:20+00:00 Inês Lamela c012_001@mundis.pt <p>Na Música, uma fuga é uma composição onde várias vozes dialogam, perguntam e respondem, perseguindo-se entre si num contraponto rico em simetrias e inversões. No contexto de uma prisão, a palavra fuga adquire um significado mais complexo que vai para além da fuga do corpo às paredes e ao arame farpado da reclusão: o corpo está preso, mas o espírito não se consegue algemar. Na apresentação de hoje contam-se histórias de como a música tocada ao piano deu asas para voar. Do contraponto entre as vozes dos participantes de 2 projetos em duas prisões portuguesas faz-se o caminho que revela novas formas de fazer Música na Comunidade, explorando os princípios da inclusão, da democratização e da participação ativa como<br>fundamentos de todo o trabalho.</p> 2019-06-30T00:00:00+00:00 ##submission.copyrightStatement## http://eras.mundis.pt/index.php/eras/article/view/202 INTEGRAÇÃO CORPO-MENTE-INSTRUMENTO NA ARTE MUSICAL: aspectos cognitivos e sua significância segundo o entendimento de músicos brasileiros 2019-09-08T20:34:22+00:00 Maria Beatriz Licursi c012_003@mundis.pt Elsa Maria Morgado morgado@ipb.pt Mário Aníbal Cardoso cardoso@ipb.pt Levi Leonido Fernandes da Silva levileon@utad.pt <p>Nesta investigação, fruto da tese de doutoramento, salientamos o estudo da neurociência em seus respetivos tópicos pertinentes à arte musical vinculados à integração corpo-mente-instrumento. Nossa definição do problema realizou um inquérito a respeito da compreensão dos músicos sobre os processos cognitivos, motivacionais e emocionais integrados corporalmente bem como a realização da performance musical. De acordo com o nosso objetivo geral, avaliamos as percepções dos profissionais sobre o papel do corpo na execução musical, determinando o problema. Foram aplicados questionários fechados utilizando a escala Likert em paralelo ao questionário de opiniões com abordagem qualitativa cuja avaliação empregou o método Bardin de análise de conteúdo. A hipótese geral foi a de que se encontra presente na percepção dos músicos desde a sua formação a ideia de que a performance musical é otimizada pela integração corpo-mente-instrumento. Validadas as dez hipóteses levantadas comprova-se que os aspectos cognitivos são importantes para a integração corpo- mente-instrumento, na arte musical.</p> 2019-06-30T00:00:00+00:00 ##submission.copyrightStatement## http://eras.mundis.pt/index.php/eras/article/view/197 O Sertão imaginado na Ária “Cantiga” das Bachianas Brasileiras 2019-09-08T20:34:25+00:00 Ana Judite Oliveira Medeiros ana.oliveira@ifrn.edu.br Eduardo Lopes el@uevora.pt <p>O presente artigo traz uma perspectiva reflexiva sobre a visão ou interpretação dada ao sertão nordestino na Ária “Cantiga” da Série Bachianas Brasileiras de Heitor Villa Lobos. Considerando a problemática da “nordestinidade” e “regionalidade” que envolve o tema, a peça foi analisada a partir do conceito de tópicas (Agawu, 1982; Piedade, 2013), elementos entendidos como lugar-comum, de onde são produzidos silogismos retóricos e dialéticos. A partir desse conceito buscar-se-á compreender na obra pontos ou <em>tropos</em>que possam revelar a “atmosfera” do Sertão, e consequentemente seu discurso musical. A questão que levantamos é como o sertão nordestino pode ser percebido na música de Villa Lobos? Para isso foram realizados dois procedimentos de análise, um das tópicas e o outro em atividade experimental descritiva, a fim de identificar aproximações ou distanciamentos do tema na peça. A contribuição que esperamos trazer com este texto é, que através das Bachianas Brasileiras, seja possível elaborar outras ou novas interpretações sobre a região considerando os nexos históricos e culturais construídos em torno dela.</p> 2019-06-30T00:00:00+00:00 ##submission.copyrightStatement##